quinta-feira, 10 de julho de 2014
Reduzidos a cinzas
domingo, 6 de julho de 2014
Os interesseiros
quinta-feira, 26 de junho de 2014
BILHETE DE VOLTA
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Rui Costa - tri-vencedor da Volta à Suiça
DESADEQUADO
No desporto - como aliás na vida - é admissível cometer erros - errar é humano, diz-se - o que já não é admissível é repetir o mesmo erro. Que repetimos quer na preparação quer no eterno recuar a dar hipóteses ao adversário.
Joga-se como se treina, treina-se como se joga é o conceito do desporto colectivo que encerra toda uma metodologia que é necessário cumprir para atingir os patamares de sucesso. A evidência do que fizemos transporta-nos para a evidência do erro no uso do método. Estivemos mal, muito mal!
Portugal, a nossa selecção nacional de futebol, não esteve à altura de quem se ficciona num 4º lugar de um ranking FIFA sem sentido. Nem das expectativas que nos foram criando num constante atirar poeira para os nossos olhos. Foi muito mau! Mau por parte dos dirigentes, mau por parte da equipa técnica, mau por parte dos jogadores.
A responsabilidade desta negativa participação pertence por inteiro aos dirigentes, à equipa técnica e aos jogadores. Importam-se de fazer as alterações necessárias?
segunda-feira, 16 de junho de 2014
NÃO É ACEITÁVEL
domingo, 1 de junho de 2014
As Meninas da Luz
![]() |
| Colégio Militar, 28 de Maio 2014 - a partir de foto de Silva Alves |
As raparigas que, actualmente e na sua enorme maioria, entraram por primeira escolha para o Colégio Militar, mostram-se satisfeitas e dizem até que querem o estatuto de "internas" porque "é mais divertido!"
Mas nem tudo são rosas. Devido às péssimas decisões do Ministério de Defesa - num despautério incompetente, desproporcionado e temporalmente errado - as "Meninas da Luz" não estão nas melhores condições podendo até falar-se de segregação em aspectos que dizem respeito a espaços e acções de lazer ou fardamentos, por exemplo.
Com um início pouco brilhante e onde a Igualdade de Género ou a Igualdade de Oportunidades - valores essenciais desta nova faceta - não parecem estar devidamente acauteladas por responsabilidade das acções, repete-se, do Ministério da Defesa, espera-se que os responsáveis da Direcção colegial, da Associação de Pais e da Associação de Antigos Alunos consigam impôr as necessárias rectificações que evitem a realidade do ditado de "o que torto nasce, tarde ou nunca se endireita".
E esta mudança para o estatuto misto - ao contrário do que pretende o Ministério da Defesa - nada obriga ao desaparecimento do secular Instituto de Odivelas. Uma coisa nada tem a ver com a outra. A não ser a comando de interesses.
sábado, 31 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Fugir com o rabo à seringa
Percepção errada?! Não era verdade?!
segunda-feira, 26 de maio de 2014
O Governo perdeu e o PS ganhou
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Ir ao futebol para ver a Marta e...
terça-feira, 20 de maio de 2014
Ir ao futebol para sermos tratados como bichos
![]() |
| A Maratona e os sectores servidos pelas suas portas (verso do bilhete) |
Como se esta incompetência não bastasse, juntou-se a incapacidade da chefia da Polícia que pretendeu justificar o péssimo ambiente criado e o mau serviço prestado com um corporativo "as pessoas têm de ter consciência de que têm de chegar cedo aos estádios de futebol em geral”. Não, não têm que ter essa consciência coisissima nenhuma! Tendo comprado bilhetes para um espectáculo com hora marcada, as pessoas devem chegar às horas que melhor entenderem e com pleno direito de entrada cómoda e segura num horário razoável de dispêndio de tempo aceitável. Com o respeito como princípio base, compete á Polícia encontrar soluções que garantam a sua segurança - de todos sem excepção - e zelar pela sua comodidade.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Martim Moniz, Uma Praça de Lisboa
quarta-feira, 7 de maio de 2014
A contente demagogia
sábado, 3 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Uma só solução
![]() |
| Anos da nossa esperança |
Do Ministério da Defesa terão telefonado para o Instituto de Odivelas exigindo a recolha das fardas das raparigas para que não pudessem sair fardadas no último fim-de-semana e assim não se notar a sua participação nas manifestações do 25 de Abril. Não teve sorte o senhor ministro: as fardas não puderam ser recolhidas porque, responderam, são propriedade dos familiares das alunas e assim e graças à coragem da oposição, todos pudemos reconhecer as Meninas de Odivelas no 25 de Abril, nas chaimites, no Terreiro do Paço.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Vão durar muito?
quinta-feira, 13 de março de 2014
D. José Policarpo (1936/2014)
quarta-feira, 12 de março de 2014
Incêndio em Lisboa
![]() |
| Foto de iPhone |
terça-feira, 11 de março de 2014
Desporto português e a síndrome da Alice
O Desporto português precisa de uma profunda reformulação. Porque tem poucos atletas e resultados fracos. E não porque sejamos poucos - na Europa somos um país de média população, estando na 13a posição entre os 47 países europeus - mas sim porque o nosso sistema desportivo está desfasado do tempo e do espaço daqueles com quem nos comparamos. Começando logo pelo nosso muito reduzido número de atletas federados...
O sistemas desportivo português, pode dizer-se, sofre da Síndrome da Alice: tem dificuldades em saber onde está e não parece saber para onde quer ir. Porquê? Porque vive de misturas e confusão de conceitos. No fundo, o sistema desportivo português traduz a iliteracia desportiva em que fomos educados apimentada pela memória do orgulhosamente sós de antanho que nos retira lucidez de análise sobre o que nos envolve e nos atira para a elaboração teórica numa procura de conhecimento desfasado e que não cuida do saber das práticas.
O sistema desportivo português não tem qualquer estratégia definida que permita às suas diferentes organizações saberem o caminho a percorrer e os objectivos a atingir. Vivendo ao sabor de ventos e marés, o Desporto português vê- se confrontado, sem um rei ou um roque que o proteja, com medidas ora desajustadas - algumas delas violadoras dos direitos e da dignidade humanas - ora desfocadas para as capacidades que temos e para a realidade que somos. Que fazer?
Por onde começar?! Por atacar as confusões - algumas semânticas, outras comportamentais - que, aumentando o ruído, minam o Desporto. O Desporto é para todos? Não! É para quem pode e dentro destes será para quem quer. O Desporto dá saúde? Não, o Desporto é para quem tem saúde - por isso, para a sua prática, se exigem exames médicos. O que é isso então de Desporto? É superação, é a procura do melhor resultado comparado no nível internacional, é a procura de limites enquadrada na ética desportiva e nas regras e regulamentos das diversas e diferentes modalidades. Desporto é o caminho do Olímpo.
Correr numa pista à procura do melhor tempo na luta comparada com outros atletas é diferente de correr no paredão com vista para o mar e com o propósito de manter uma boa condição e um saudável modo de vida. Actividade Física é o caminho do bem-estar.
E aqui, em Portugal, temos a designação legal de Lei de Bases da Actividade Física e do Desporto. Quer dizer: legalmente, estabelecem-se dois domínios diferentes. Diferença a que ninguém parece ligar seja o que for. Distinção que não se faz e não parece pretender-se, deixando entender o Desporto como o espaço do tudo o que mexe, qualquer coisa a que todos - como é possível?! - temos direito. Porquê? Porque é mais fácil - junta-se um punhado e faz-se uma actividade que se propagandeia aos sete ventos, tudo de braços no ar, como de enormes melhorias desportivas, reduzindo o mundo competitivo ao espaço do vizinho; junta-se uma malta, faz-se uns treinos e, como os resultados não contam, somos todos altamente competentes; porque é economicamente mais rentável para os interesses envolventes.
Neste faz-de-conta, esquecemo-nos que Desporto é uma coisa e que Actividade Física é outra e que, para a melhoria do Desporto português, urge esta decisiva separação de conteúdos e formas. Que já existe na denominação da Lei...
A qualidade do Desporto mede-se pelos resultados comparados obtidos, a qualidade da Actividade Física pela quantidade de acções realizadas e pela quantidade de utências que integra. No primeiro campo vivem os atletas, no segundo os praticantes. Em dois mundos paralelos que apenas se assemelham nas aparências.
E esta divisão - Desporto/ Actividade Física - proporcionará o desenvolvimento ganhador das duas áreas, num win-win de melhoria de resultados desportivos e de um maior interesse pela prática da actividade física - com a consequente melhoria das condições de vida e saúde da generalidade da população. Possibilitando então que as Federações Desportivas se dediquem, sem desperdiçarem o seu tempo e energias em actividades marginais, à sua mais importante missão: criar as condições necessárias que permitam que os seus atletas possam competir em condições de igualdade com atletas de outros países. Para o que também se deve possibilitar que as Federações desportivas de índole "amadora" possam, à semelhança das "profissionais", separar internamente o Desporto de Rendimento - de onde vêm os atletas para as selecções nacionais - do Desporto federado de características mais lúdicas. Ou seja: que o Desporto de Rendimento não tenha que carregar a pesada mochila dos interesses do Desporto à porta de casa - porque são e devem ser, dois mundos distintos.
Outra alteração decisiva para o desenvolvimento e melhoria do Desporto português trata da mudança, na forma e no conteúdo, daquilo que designamos por Desporto Escolar, integrando-o no percurso de formação dos atletas, aproximando-o dos clubes e do apoio das Câmaras Municipais ao estabelecer um triângulo - Escola, Clube, Câmara Municipal - que tratará do Desporto em Idade Escolar, evitando assim as especializações precoces federadas com desistências também precoces que o actual modelo desportivo incentiva. Ao contrário, este Desporto em Idade Escolar possibilitará uma formação desportiva multidisciplinar que permitirá a eclosão e detecção de talentos e diminuirá, pelo aumento de oportunidades, o número de excluídos ou auto-excluídos. E, simultaneamente e com programas capazes, criará a desejada habituação à prática da Actividade Física que se pretende válida para o resto da vida.
Resumindo: os passos a incrementar para o desenvolvimento desportivo português exigem, de imediato, a separação, definindo dois campos distintos, do Desporto - onde caberão as Federações Desportivas de Utilidade Pública - da Actividade Física onde caberão toda a sorte de associações que pautam o seu interesse pelos aspectos lúdicos e de lazer do melhoramento da condição física como contributo para a melhoria da saúde física e psíquica do corpo humano; um outro entendimento do Desporto Escolar, integrando-o na área de formação do sistema desportivo e alargando os seus horizontes para um Desporto em Idade Escolar; e, finalmente, colocar no centro das preocupações do Desporto, não os variados interesses que o dominam, mas o Atleta, a sua formação e preparação, a sua carreira e o seu pós-carreira e procurando nas Universidades o apoio científico necessário ao desenvolvimento do seu rendimento competitivo.
(publicado no 29º aniversário do jornal desportivo O Jogo)
domingo, 2 de março de 2014
Mário Coluna (1935-2014)
Mário Esteves Coluna. Mário Coluna. Senhor Coluna.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
De pernas pró ar
![]() |
| Dos jornais |
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
O saber deve ocupar lugar...

sábado, 15 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Para tudo há um limite
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Ordem dos Arquitectos
![]() |
| João Santa-Rita, presidente da Ordem dos Arquitectos para 2014/2016 Foto iPhone |
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Gravata preta
![]() |
| Praça do Município, Lisboa, foto de iPhone |
Na altura de sair de casa para prestar a homenagem de despedida ao Eusébio, estava na dúvida se deveria levar a gravata vermelha com águias do Benfica desenhada por Álvaro Siza ou a tradicional e respeitosa gravata preta.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Eusébio: Pantera Negra (1942-2014)
domingo, 5 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Muito competentes…
"Sofremos demais para os resultados que tivemos"




























